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domingo, agosto 31, 2003

À Leonor Pinhão tudo deve ser perdoado: não só tem a infelicidade suprema de ser benfiquista, como é casada com o João Botelho (juntos escreveram o mais cretino e idiota filme de todos os tempos - "A Mulher que Julgava ser Presidente dos EUA"). É muita desgraça para uma pessoa só.
Pois a Leonor, que, para meu grande desgosto, tem o mesmo nome da minha filha, decidiu dedicar a sua última crónica do jornal "A Bola" ao Vitor Baía. Fazendo uso da sua já famosa insolência - que ela confunde com ironia - escreve a Leonor dos Pinhões que o Vitor Baía está a ser usado, pelo Presidente do FCP, como arma de arremesso contra o Seleccionador Nacional, cabendo-lhe, nesta guerra Scolari vs Pinto da Costa, o papel de 'enjeitado'.
Percebe-se que A Mulher que Julgava ser Campeã (mas há dez anos que não é) queira, ainda que a custo, defender o Baía – assim pode atacar o homem que há mais de duas décadas não a deixa dormir; já não percebo que meta, no mesmo saco, Baía, João Pinto e Petit. Ó Leonor, o João Pinto não é chamado à selecção, pelos murros, perdão, motivos que toda a gente sabe; o Petit não é convocado porque ainda não fez um jogo decente desde que foi para o Benfica; e o Vitor Baía porque... eh pá, porque é que o Baía não é convocado?

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