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sexta-feira, agosto 29, 2003

São 10 horas da manhã, do dia 5 de Junho de 2002. Portugal prepara-se para, na condição de super-favorito (oh, santo agoiro...), defrontar a fraquinha selecção dos EUA.
O que se passou depois toda a gente sabe... ou saberá mesmo?
Os factos:
1) defesa impossível de Baí­a ao ângulo inferior esquerdo, bola nos pés de um avançado contrário que, à vontade, faz o 1-0 para os EUA.
2) centro de um avançado da selecção norte-americana, a bola ressalta em Jorge Costa, traindo Baí­a, que se preparava para a agarrar mas é, assim, apanhado em contra-pé. 2-0 para os EUA.
3) cruzamento da direita, Fernando Couto não chega à  bola, e o avançado, sem nenhum defesa português à volta, num raio de 15 kms, faz o golo, perante um Vitor Baí­a desamparado. 3-0.
Estes são os factos, escritos em futebolês para que todos percebam.
Mas o que é, ainda hoje, tido como verdade?
1) Baí­a devia ter agarrado a bola no primeiro golo;
2) não teve reflexos no segundo;
3) ficou nos postes no terceiro.
Posso estar errado, mas este episódio é, entre muitos outros, o mais elucidativo daquilo a que eu, eufemisticamente, costumo chamar de "filha-da-putice anti-Baí­a". E, para que conste, eu sei o que é um eufemismo.

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