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sábado, setembro 20, 2003

Considero o Ricardo um bom guarda-redes. Mas acho o Baía muito melhor. E o problema parece estar aqui. Hoje em dia, quem disser que o Baía é melhor, é um ‘tripeiro faccioso’; mas se disser que é o Ricardo, então sim, é um tipo isento e percebe à brava de futebol. Não há nada a fazer. É assim e ponto final. Hoje o melhor é o Ricardo, como antes já foram o Enke e o Quim, ou o Schmeichel, o Nelson, o Marco Aurélio, ou o Yannick, o Preud’Homme, o Pedro Espinha e o Ivkovick, e muitos mais dos quais agora não me lembro. Para o comum adepto da bola, vá-se lá saber porquê, tem que haver sempre alguém melhor que o Baía. E se não houver arranja-se: mesmo quando, na época de 1991-92, esteve 1192 minutos sem sofrer qualquer golo (foi batido apenas de pénalti, pelo Paulo Bento, então no Guimarães) a justificação para tal façanha era simples e óbvia: “O gajo tem é muita sorte em ter aqueles centrais”.
Felizmente que, para nós, portistas, e apesar de o Baía ser apenas um guarda-redes assim-assim, ele continua no Porto, e o Porto continua a ganhar. Mérito, claro, de todos os que lá estão, menos do Vitor Baía.

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