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domingo, dezembro 12, 2004

Certamente emocionado por estar prestes a tornar-se no jogador com mais títulos conquistados na história do futebol, Vítor Baía sofreu uma quebra de tensão e teve que abandonar o relvado de maca. A verdade é que com a Taça Intercontinental conquistada esta manhã, o número de títulos ganhos pelo Vítor Baía é agora de 27. E isto apesar das taquicardias, das arreliadoras lesões no joelho ou das muitas épocas com o Secretário a titular.
Claro que esta Taça não fará mudar a opinião que sportinguistas e benfiquistas têm sobre o melhor guarda-redes português dos últimos 100 anos (de todos os tempos também me parece exagerado). Eles, que há mais de 20 anos não sabem o que é ter um guarda-redes português de categoria, continuam a não gostar do Baía. Pudera: o que eles gostavam era que o Porto tivesse continuado com os Hilários, os Rui Correias, os Paulos Santos e os outros todos que por lá andaram. Ainda no outro dia, um grande amigo meu, adepto ferrenho do Sporting (quando eu soube já era tarde), dizia-me, no final do Porto-Chelsea, que o Vítor Baía não teria chegado àquela bola cabeceada pelo Drogba logo no início do jogo. Pois não. Quem conhece o Vítor Baía sabe que, com ele na baliza, aquela bola nem sequer teria chegado à cabeça do Drogba. Ele ter-se-ía antecipado e, rapidamente, dado início a um contra-ataque conduzido pelo Areias que, após jogada individual, teria inaugurado o marcador com um golo de belo efeito. Sim, esta última parte era a brincar mas, que diabo, o Jorge Costa não marcou hoje um penalty em jeito, ao cantinho, com bola para um lado e guarda-redes para o outro?...

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