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quinta-feira, janeiro 13, 2005

A vida pessoal do Vítor Baía não é assunto que me atraia particularmente. Interessa-me o que ele faz dentro do campo e não fora dele. Ainda assim, confesso que senti um arrepio ao ler, já nem me lembro em que jornal, o título "Vítor Baía termina relação de 13 anos com o grande amor da sua vida". É que nomes como Wosniak, Krajl, Eriksson e muitos outros vieram-me logo à cabeça. Só depois de ler o resto da notícia percebi que se tratava da mulher - e não do clube - e fiquei, então, mais descansado.
Mas para quem, como o Baía, já passou por outros momentos igualmente difíceis, estou em crer que este contratempo não irá afectar o seu desempenho no terreno de jogo. Outros jogadores - Nuno Gomes, João Pinto, Paulo Sousa, etc. -, no passado, carregaram consigo a cruz de um divórcio e souberam ultrapassar esse momento mais conturbado das suas vidas. No caso do João Pinto, aliás, e olhando para a Cruz que ele carrega, nem se pode dizer que tenha ficado a perder. Mas adiante. O que interessa agora é que o Baía, já no próximo fim-de-semana, faça aquilo que sempre nos habituou a fazer e ajude o Porto a conquistar mais uma vitória, de que bem precisamos, e, já agora, que o Sporting caia na deslocação à Madeira. De preferência só depois de aterrarem.

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